Archive for fevereiro, 2020

Sociedades para advogados, saiba mais!

quinta-feira, fevereiro 20th, 2020

Já foi muito caro e complicado abrir e manter um escritório de advocacia como Pessoa Jurídica. Por isso, muitos profissionais do direito optavam por trabalhar como autônomos, prática que ainda tem bastante adeptos.

Porém, nos últimos anos surgiram novas formas de legalização de negócios e ocorreram mudanças na legislação tributária, o que reverteu esse quadro. Ultimamente, tornou-se mais simples e barato abrir uma empresa na área e aproveitar as vantagens de contar com um escritório de contabilidade para advogados.

Com uma contabilidade especializada para o setor, nosso maior objetivo é produzir uma assessoria especializada para garantir que sua Sociedade de Advogados possa ter tranquilidade, seja sociedade simples ou unipessoal.

Objetivo: Enquanto cuidam dos seus processos, nós cuidamos da sua Contabilidade.

Alguns dos nossos trabalhos:

  • Planejamento Tributário
  • Gerenciamento financeiro
  • Redução Legal de Impostos
  • Entrega das Obrigações Fiscais
  • Folha de Pagamento e Obrigações Trabalhistas
  • Transformação de Pessoa Física em Jurídica
  • Elaboração de todas demonstrações Contábeis

Devido as diversas mudanças na legislação dos serviços de contabilidade, nosso intuito não está apenas em cumprir rigorosamente todos os prazos que estipulamos, como também todas as obrigações contábeis.

TIPOS DE SOCIEDADE?

Advogados que pretendem constituir sua personalidade como Pessoa Jurídica, temos como as opções mais utilizadas hoje, tanto a Sociedade Unipessoal quanto pela Sociedade Simples.

Sociedade Unipessoal? Afinal, sociedade de uma pessoa só? Como assim? Mas tudo bem, é a nomenclatura usada e essa é outra discussão.

Criada pela Lei n° 13.247/16, a Sociedade Unipessoal de Advocacia (SUA) permitiu a constituição de pessoa jurídica pelo advogado individual.

Portanto, essa nova figura legal dá maior segurança àquele advogado que atua sozinho. Ele não é mais obrigado a procurar um sócio com o único propósito de criar uma pessoa diversa da dele e pode ser empresário por conta própria.

A sociedade unipessoal é peculiar à classe dos advogados e guarda forte ligação com o espírito da Eireli.

Esse formato é a versão para advogados da empresa individual comum, inclusive tendo semelhanças com ela, como;

  • Uso do nome do advogado como nome empresarial;
  • Responsabilidade ilimitada do proprietário em relação a finanças, dívidas e ações da empresa.

Como não poderia deixar de ser, existem também semelhanças com a Sociedade Simples:

  • É possível a adoção ao Simples;
  • É proibido que o negócio tenha, formal ou informalmente, características de outros tipos de empresas — como a adoção de nome fantasia;
  • É proibido que seja exercida atividade diferente da utilizada como finalidade para abertura da Sociedade Unipessoal.

Vale ressaltar também que o advogado que escolher por esse modelo não pode ter outra sociedade do mesmo tipo. Além disso, também não fazer parte de uma SS localizada no mesmo estado de sua empresa unipessoal.

A constituição de uma Sociedade Simples de Advogados permite aumentar a força de trabalho, atendendo mais de uma área do Direito, permitindo também maior possibilidade de conseguir novos clientes e, com isso, havendo também melhores condições de expandir suas atividades no Direito.

Com a formação de uma Sociedade Simples de Advogados, os profissionais conseguem maior credibilidade e mais segurança para os clientes, já que são oferecidas diversas especialidades do Direito.

Outra vantagem que não pode ser negligenciada é a participação nos lucros do escritório, que deve ser proporcional ao percentual de quotas de cada um, além dos honorários dos próprios processos.

Portanto, integrar uma Sociedade Simples de Advogados é uma maneira bastante promissora para o crescimento profissional, permitindo aliar recursos financeiros e conhecimento e experiência profissional.

Resumindo, vale lembrar ainda que, ao montar uma Sociedade unipessoal ou Simples de Advogados, a carga tributária é bem menor do que para um advogado autônomo, gerando economia para o escritório e, evidentemente, maior lucro para os profissionais. Veremos um pouco sobre esse ponto logo a frente.

SIMPLES NACIONAL OU LUCRO PRESUMIDO? O QUE OPTAR?

Simples Nacional é o regime para Micro e Pequenas empresas que faturam anualmente até R$ 4.800.000,00.  As Sociedades de Advogados que optarem por esse regime, a tributação Inicial será de 4,5%.

Lucro presumido, era a tributação para Escritórios de Advogados mais usada até a inclusão no Simples Nacional. A tributação gira em torno de 11,33% de tributos Federais sobre o Faturamento + ISS que pode ser fixo, trimestral ou mensal de acordo o enquadramento municipal.

Sendo assim, o Simples Nacional é a melhor tributação para muitas sociedades de Sociedade de Advogados, principalmente para aqueles de pequeno e médio porte.

Além da menor tributação e uma maior simplificação no cumprimento das obrigações, o Simples Nacional nos dá outras vantagens:

Conforme consta em Art. 14 da Lei 123/2006, Lei que rege o Simples Nacional. A empresa poderá distribuir os lucros ao sócio com isenção de imposto de renda.

  • Ou seja, além do pró-labore recebido, o sócio poderá transferir o saldo remanescente do faturamento para si próprio como distribuição de lucros sem pagar impostos.
  • Agora vale lembrar, para obter os benefícios da isenção, a legislação exige que a ME ou EPP mantenha escrituração contábil ativa.
  • Isso mesmo, as isenções e demais benefícios, devem estar em demonstrativos contábeis, como Balanço Patrimonial ou DRE por exempro, e poderão servir como meios de comprovação, segundo a legislação do Simples Nacional.

Agora imagina, você:

  • Não precisar está querendo driblar o governo;
  • Não precisar omitir informações;
  • Não correr risco de cair na malha fina;
  • Não receber multas indesejáveis;
  • E ainda assim reduzir drasticamente sua carga tributária. Já pensou?

Com um planejamento especializado, nosso intuito é ajudar os profissionais da advocacia. 

Fala com a gente e te diremos o melhor caminho para abrir uma empresa, a escolha correta da natureza jurídica, a melhor tributação, e o recolhimento mais econômico possível para que assim você consiga se manter 100% dentro da legalidade.

 “Nos conte com que sua empresa trabalha e montamos seu plano de trabalho ideal”.

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Thiago de S. Farias
CEO Aci Contabilidade

Simples Nacional: O que acontece quando atinge o sublimite?

segunda-feira, fevereiro 17th, 2020

Um projeto, aprovado no final de 2016 no Congresso Nacional, ampliou o limite de receita para adesão ao regime tributário, alterou também o enquadramento de vários setores e disciplinou o pagamento de dívidas por empresas participantes.

Essas alterações entraram em vigor em 2018, mas por que nós estamos falando disso agora? Porque o Simples Nacional deste ano, assim como nos anos anteriores, também teve novidades e é muito importante que todo empresário esteja ciente dessas alterações.

Mudaram tabelas, alíquotas, atividades relacionadas a essa forma de tributação. Mudaram limites de faturamento e até mesmo o prazo para o pagamento das dívidas. Viu só como temos muita coisa para falar sobre? Então te ajeita na cadeira e acompanha o resumo especial que preparamos para que você entenda as principais mudanças e esteja atualizado. 

O que é o Simples Nacional?

O Simples Nacional é um regime tributário, o mais fácil e mais simples para micro e pequenas empresas. Através dele, a empresa recolhe vários tributos federais, estaduais e municipais em uma única guia.

Esse regime deu um novo ânimo a empreendedores de diversos setores que antes aderiam ao Lucro Presumido ou Lucro Real, já que as alíquotas não eram tão favoráveis, nem proporcionais a pequenas empresas.

Além de unificar tributos, esse regime tributário também é fator de desempate para empresas que concorrem a licitações do governo e ainda um facilitador na hora de cumprir obrigações trabalhistas e previdenciárias por parte do contribuinte.

Qual é o limite do faturamento?

O Simples Nacional possui hoje o limite de R$ 4,8 milhões de Receita Bruta no ano, mas vale atentar que, dentro deste limite as empresas que ultrapassarem o valor de 3,6 milhões estão sujeitas ao pagamento do ISSQN ou ICMS por fora do Simples. 

Nesta modalidade, quando um prestador de serviços faturar mais de 3,6 milhões o ISSQN será pago de acordo com a % constante no código tributário do seu município, valores entre 2% e 5%, dependendo da atividade, a guia será paga diretamente para a Prefeitura e não mais através da DAS (Documento de Arrecadação do Simples), ou seja, mesma forma de pagamento para empresas enquadradas nos regimes do Lucro Presumido ou Lucro Real. 

O que ocorre quando eu chego no sublimite?

Atividades de comércio, que atingirem o sublimite, também passam a recolher o ICMS fora da DAS e ficam sujeitas às mesmas obrigações que empresas enquadradas no Lucro Presumido ou Lucro Real, como a entrega das obrigações acessórias incidentes sobre o comércio. 

Para verificarmos o real cenário da empresa, e se ela irá ou não pagar o ISS/ICMS por fora, devemos levar em consideração duas situações: a Receita Bruta do Ano Anterior (RBAA) e a Receita Bruta no Ano Corrente (RBA). 

Para a análise no início do ano calendário:

 – Se a RBAA for superior ao sublimite de 3,6 milhões, mas inferior ou igual a 4,8 milhões (limite do Simples) o ISS e/ou o ICMS serão apurados por fora do Simples Nacional. 

Para análise durante o ano calendário: 

 – Se a RBA ultrapassar o sublimite de 3,6 milhões em até 20% (Receita de R$ 4,32 milhões), ainda no limite de 4,8 milhões, os recolhimentos de ISS e/ou ICMS serão realizados por fora do Simples a partir do ano calendário seguinte; 

– Se a RBA ultrapassar o sublimite de 3,6 milhões em mais de 20% (Receita acumulada acima de R$ 4,32 milhões), mas ainda no limite de 4,8 milhões, os recolhimentos de ISS e/ou ICMS  serão realizados por fora do Simples a partir do mês seguinte; 

Lembramos que os impostos federais permanecem dentro do Simples Nacional enquanto a empresa não ultrapassar o limite de 4,8 milhões.

Tabelas do Simples Nacional

O primeiro passo aqui é descobrir em qual anexo a sua empresa está enquadrada. Feito isso, faça o cálculo da seguinte maneira: receita anual total durante o ano multiplicado pela alíquota indicada. Desconte o valor apontado e dividir o valor final pela receita anual bruta total.

Anexo I do Simples Nacional 2020

Participantes: empresas de comércio (lojas em geral)

Receita Bruta Total em 12 meses Alíquota Quanto descontar do valor recolhido
Até R$ 180.000,00 4% 0
De 180.000,01 a 360.000,00 7,3% R$ 5.940,00
De 360.000,01 a 720.000,00 9,5% R$ 13.860,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 10,7% R$ 22.500,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 14,3% R$ 87.300,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 19% R$ 378.000,00

Anexo II do Simples Nacional 2020

Participantes: fábricas/indústrias e empresas industriais

Receita Bruta Total em 12 meses Alíquota Quanto descontar do valor recolhido
Até R$ 180.000,00 4,5% 0
De 180.000,01 a 360.000,00 7,8% R$ 5.940,00
De 360.000,01 a 720.000,00 10% R$ 13.860,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 11,2% R$ 22.500,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 14,7% R$ 85.500,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 30% R$ 720.000,00

Anexo III do Simples Nacional 2020

Participantes: empresas que oferecem serviços de instalação, de reparos e de manutenção. Consideram-se neste anexo ainda agências de viagens, escritórios de contabilidade, academias, laboratórios, empresas de medicina e odontologia.

Receita Bruta Total em 12 meses Alíquota Quanto descontar do valor recolhido
Até R$ 180.000,00 6% 0
De 180.000,01 a 360.000,00 11,2% R$ 9.360,00
De 360.000,01 a 720.000,00 13,5% R$ 17.640,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 16% R$ 35.640,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 21% R$ 125.640,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 33% R$ 648.000,00

Anexo IV do Simples Nacional 2020

Participantes: empresas que fornecem serviço de limpeza, vigilância, obras, construção de imóveis, serviços advocatícios.

Receita Bruta Total em 12 meses Alíquota Quanto descontar do valor recolhido
Até R$ 180.000,00 4,5% 0
De 180.000,01 a 360.000,00 9% R$ 8.100,00
De 360.000,01 a 720.000,00 10,2% R$ 12.420,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 14% R$ 39.780,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 22% R$ 183.780,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 33% R$ 828.000,00

Anexo V do Simples Nacional 2020

Participantes: empresas que fornecem serviço de auditoria, jornalismo, tecnologia, publicidade, engenharia, entre outros.

Receita Bruta Total em 12 meses Alíquota Quanto descontar do valor recolhido
Até R$ 180.000,00 15,5% 0
De 180.000,01 a 360.000,00 18% R$ 4.500,00
De 360.000,01 a 720.000,00 19,5% R$ 9.900,00
De 720.000,01 a 1.800.000,00 20,5% R$ 17.100,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00 23% R$ 62.100,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00 30,50% R$ 540.000,00

Conseguiu entender um pouco mais como funciona o Simples Nacional agora?

Como recomendação, nós sugerimos que esteja sempre assessorada por um profissional que possa te auxiliar da maneira mais correta, verificando sempre o que diz a lei de acordo com sua atividade, analisando e colocando em prática tanto as obrigações, quanto isenções. Muitas vezes pagamos impostos a mais sem necessidade e disso, o governo não vai te alertar.

Gostou do artigo? Encaminhe para algum amigo empresário e o ajude a entender mais sobre o Simples Nacional também.

Fonte: Jornal Contábil

Nova fase de fiscalização do MFE iniciará Março

domingo, fevereiro 16th, 2020

A Secretaria da Fazenda do Estado do Ceará (Sefaz) iniciará, em 1º de março, a nova fase de fiscalização dos estabelecimentos obrigados a usar o equipamento Módulo Fiscal Eletrônico (MFE) para a emissão de documentos fiscais. O novo modelo substitui o Emissor de Cupom Fiscal (ECF), antiga impressora fiscal. Até o momento, 32.762 empresas já aderiram ao MFE, enquanto 2.964 ainda precisam se regularizar.

Os contribuintes serão intimados a comprovar, no prazo de cinco dias, o funcionamento do MFE.

A penalidade para quem não se adequar a exigência, será multa em pelo menos 1.500 Ufirces (Unidade Fiscal de Referência do Ceará), o equivalente a R$ 6.734,66.

A regularização realizada após o início da ação fiscal NÃO IMPEDIRÁ que a empresa seja autuada.

Boa parte das empresas não pode mais usar o ECF para emitir cupons fiscais, podendo ter os equipamentos apreendidos e receber uma multa equivalente a uma vez o valor do imposto devido por utilização de documento fiscal inidôneo.

Veja abaixo o quadro geral dos estabelecimentos obrigados a utilizar o MFe:

QUADRO GERAL DOS ESTABELECIMENTOS OBRIGADOS AO MFE:

V – a partir de 1º de fevereiro de 2019 e até 30 de setembro de 2019
CNAE-Fiscal Descrição
4711-3/01 Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios – hipermercados
4711-3/02 Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios – supermercados
4712-1/00 Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios – minimercados, mercearias e armazéns
4713-0/01 Lojas de departamentos ou magazines
4713-0/02 Lojas de variedades, exceto lojas de departamentos ou magazines
4713-0/03 Lojas duty free de aeroportos internacionais
4721-1/02 Padaria e confeitaria com predominância de revenda
4721-1/03 Comércio varejista de laticínios e frios
4721-1/04 Comércio varejista de doces, balas, bombons e semelhantes
4722-9/01 Comércio varejista de carnes – açougues
4722-9/02 Peixaria
4723-7/00 Comércio varejista de bebidas
4724-5/00 Comércio varejista de hortifrutigranjeiros
4729-6/01 Tabacaria
4729-6/02 Comércio varejista de mercadorias em lojas de conveniência
4729-6/99 Comércio varejista de produtos alimentícios em geral ou especializado em produtos alimentícios não especificados anteriormente
4761-0/01 Comércio varejista de livros
4761-0/02 Comércio varejista de jornais e revistas
4761-0/03 Comércio varejista de artigos de papelaria
4762-8/00 Comércio varejista de discos, CDs, DVDs e fitas
4784-9/00 Comércio varejista de gás liquefeito de petróleo (GLP)
4785-7/01 Comércio varejista de antiguidades
4785-7/99 Comércio varejista de outros artigos usados
4789-0/01 Comércio varejista de suvenires, bijuterias e artesanatos
4789-0/02 Comércio varejista de plantas e flores naturais
4789-0/03 Comércio varejista de objetos de arte;
4789-0/04 Comércio varejista de animais vivos e de artigos e alimentos para animais de estimação
4789-0/05 Comércio varejista de produtos saneantes domissanitários
4789-0/06 Comércio varejista de fogos de artifício e artigos pirotécnicos
4789-0/07 Comércio varejista de equipamentos para escritório
4789-0/08 Comércio varejista de artigos fotográficos e para filmagem
4789-0/09 Comércio varejista de armas e munições
4789-0/99 Comércio varejista de outros produtos não especificados anteriormente
IV – 1º de agosto a 31 de outubro de 2018
4511-1/01 Comércio a varejo de automóveis, camionetas e utilitários novos
4732-6/00 Comércio varejista de lubrificantes
474 Comércio varejista de material de construção
4751-2/01 Comércio varejista especializado de equipamentos e suprimentos de informática
4751-2/02 Recarga de cartuchos para equipamento de informática
4752-1/00   Comércio varejista especializado de equipamentos de telefonia e comunicação
4754-7/03 Comércio varejista de artigos de iluminação
4756-3/00 Comércio varejista especializado de instrumentos musicais e acessórios
4757-1/00 Comércio varejista especializado de peças e acessórios para aparelhos eletroeletrônicos para uso doméstico, exceto informática e comunicação
4772-5/00 Comércio varejista de cosméticos, produtos de perfumaria e de higiene pessoal
4773-3/00 Comércio varejista de artigos médicos e ortopédicos
4774-1/00 Comércio varejista de artigos de óptica
4782-2/01 Comércio varejista de calçados;
551 Hotéis e similares
III – de 16 de outubro de 2017 a 15 de janeiro de 2018
4530-7/03 Comércio varejista de peças e acessórios novos para veículos automotores
4530-7/04 Comércio varejista de peças e acessórios usados para veículos automotores
4530-7/05 Comércio varejista de pneumáticos e câmaras-de-ar
4541-2/03 Comércio varejista de motos e motonetas novas
4541-2/04 Comércio varejista de motocicletas, motos e motonetas usadas
4541-2/05 Comércio varejista de peças, partes e acessórios para motocicletas, motos e motonetas
4731-8/00 Comércio varejista de combustíveis e lubrificantes para veículos
4753-9/00 Comércio varejista de aparelhos de uso doméstico
4754-7/01 Comércio varejista de móveis novos;
4754-7/02 Comércio varejista de artigos de colchoaria
4755-5/02 Comércio varejista de artigos de armarinho
4755-5/03 Comércio varejista de artigos de cama, mesa e banho
4755-5/01 Comércio varejista de tecidos e fazendas
4759-8/01 Comércio varejista de artigos de tapeçaria
4759-8/99 Comércio varejista de utilidades domésticas em geral
4763-6/01 Comércio varejista de brinquedos e artigos recreativos
4763-6/02 Comércio varejista de artigos esportivos
4763-6/03 Comércio varejista de bicicletas e triciclos; peças e acessórios
4763-6/04 Comércio varejista de artigos de caça, pesca e camping
4763-6/05 Comércio varejista de embarcações e outros veículos recreativos; peças e acessórios
4781-4/00 Comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios do vestuário
4782-2/02 Comércio varejista de artigos de viagem de qualquer material
4783-1/01 Comércio varejista de artigos de joalheria
4783-1/02 Comércio varejista de artigos de relojoaria
5611-2/01 Restaurantes e similares
5611-2/02 Bares e outros estabelecimentos especificados em servir bebidas
5611-2/03 Lanchonetes, casas de chá e de sucos, açaiteria, cafeteria, fast-food, gelateria, pastelaria, pizzaria, sorveteria e similares;
5612-1/00 Serviços de alimentação ambulante
5620-1/02 Serviços de alimentação fornecidos por buffet para banquetes, coquetéis e recepções
5620-1/03 Cantinas – serviços de alimentação privativos
5620-1/04 Fornecimento de alimentos preparados para consumo domiciliar.
I – a partir de 1.º de fevereiro até 28 de abril de 2017
4771-7/01 Comércio varejista de produtos farmacêuticos, sem manipulação de fórmulas
4771-7/02 Comércio varejista de produtos farmacêuticos, com manipulação de fórmulas
4771-7/03 Comércio varejista de produtos farmacêuticos homeopáticos
4771-7/04 Comércio varejista de medicamentos veterinários

Estabelecimento Regime Normal de Recolhimento e obrigado à emissão do CF-e/SAT deverá dispor de, pelo menos um, MFE de reserva, visando evitar os casos de contingência.

O descumprimento desta obrigação, poderá trazer complicações para o contribuinte, podendo ser multado 1.500 (mil e quinhentos) UFIRCEs.

Fonte LegalLEI 16.258, art. 1º, inciso VII, alínia “q”, DOE 09/06/2017.

Perdeu a opção pelo Simples Nacional? E agora?

quarta-feira, fevereiro 5th, 2020

Perdi o prazo e minha empresa foi excluída do Simples Nacional. E agora?

A Exclusão do Simples Nacional será feita de forma válida e incontestável no ano seguinte se o contribuinte notificado não regularizar suas pendências no prazo dado, não tem como fugir.

No entanto, não há nenhum impedimento legal que impeça o contribuinte de, a partir de 1º de janeiro do ano seguinte, entrar com nova opção pelo Simples Nacional, ocasião na qual será feira nova verificação de pendências junto os entes fazendários.

Ao perder o prazo dado, note que de forma alguma será feito o cancelamento do Termo de Exclusão do Simples Nacional e nem será permitido fazer o agendamento de opção nos meses de novembro e dezembro, visto que o contribuinte ainda estará no Simples Nacional nesses meses. A única solução é fazer uma nova opção a partir de 1º de janeiro.

E como para tudo há um prazo, o contribuinte tem que ficar atendo ao prazo de adesão ao Simples Nacional (até 31 de janeiro de cada ano). E perdendo mais esse outro prazo, a sua empresa irá apurar os impostos pelas regras normais de tributação, lucro real ou presumido, que podem resultar em despesas tributárias mais elevadas.

Consequências da exclusão do simples nacional?

Uma delas é que qualquer dívida com o governo não paga é inscrita em dívida ativa e o nome da empresa pode ficar prejudicado na praça. Além de outros ter impedimentos ou perder vantagens legais, por exemplo, pode ser impedida de participar de licitação e não gozará mais de privilégios dado às empresas do Simples Nacional, principalmente relacionados às obrigações tributárias acessórias.

Dependendo da sua empresa, a principal e mais grave consequência é a tributária. Ao ocorrer a exclusão do Simples Nacional, a empresa poderá ver sua carga tributária subir e muito, principalmente as empresas de serviços, que geralmente possuem margem de lucro mais elevada do que as empresas comerciais.

Portanto, se sua empresa recebeu o Termo de Exclusão do Simples Nacional ou já foi excluída do regime, fale conosco.

Temos que entender que cada Pessoa Jurídica, cada atividade, tem uma personalidade diferente, possa ter uma saída ou solução específica. Portanto, há uma necessidade de todo um estudo na área pré – estabelecida para que possamos elaborar o caminho mais curto para a economia fiscal do seu negócio.

Te garantimos todo um planejamento dentro da sua realidade para que você volte a atuar no mercado da forma menos onerosa possível.

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Aci Contabilidade