Archive for the ‘Gestão’ Category

Como doar parte do Imposto de Renda para causas sociais?

quinta-feira, março 18th, 2021

Todos os anos, os brasileiros que têm rendimento anual superior ao teto estabelecido pela Receita Federal devem fazer a declaração do Imposto de Renda (IR) ao Estado. Entre os meses de março e abril de 2021, os contribuintes que tiveram rendimento superior a R$28.559,70 em 2020 deverão realizar a declaração.

Apesar da característica obrigatória do IR é possível ir além, e destinar parte do Imposto a projetos sociais. No último ano, inclusive, a Receita Federal criou uma novidade para que o contribuinte possa doar, de forma direta, seus recursos para fundos controlados por conselhos municipais, estaduais e nacionais em favor do Idoso.

As doações totais estão limitadas a 6% do imposto devido ou da restituição, com até 3% sendo usados para cada categoria. Caso queira, o contribuinte poderá doar mais, porém o valor não poderá ser deduzido do imposto a pagar.

Como realizar a doação de parte do Imposto de Renda?

Ao preencher a declaração do Imposto de Renda, basta escolher o Fundo do Idoso ou do Estatuto da Criança e do Adolescente para doar, e optar pela esfera de atuação: nacional, estadual ou municipal.

No entanto, não é possível escolher uma entidade específica e, sim, a causa. É preciso escolher o modelo completo da declaração, conferir o valor do imposto e confirmar a opção “Doações Diretamente na Declaração”. Em seguida, no formulário, é preciso clicar no botão “novo” e escolher o fundo.

Por fim, o contribuinte deverá informar o valor a ser doado, respeitando os limites, e o próprio programa gerará o Darf, que deve ser pago até o dia final de entrega da declaração à vista.

Resumo

Isto é uma garantia que uma parte do imposto que será pago pelo contribuinte ao Fisco será destinado ao programa social beneficiado.

“Essa iniciativa precisa ser propagada e incentivada, sobretudo neste momento de pandemia e porque essa é uma ação sem ônus para o contribuinte. Esse recurso seria direcionado ao governo federal, o que muda com a modalidade de doação é que o contribuinte sabe exatamente qual será a destinação da verba.

 

5 dicas para melhorar o atendimento ao cliente

quarta-feira, março 17th, 2021

Um dos desafios das empresas modernas é garantir um atendimento ao cliente que transmita qualidade, atenção e segurança. Isso pode gerar certa hesitação para implementar a estratégia, mas não é tão difícil quanto parece. Neste artigo, separamos 5 maneiras de atender bem o consumidor e certificar uma experiência positiva.

As mudanças no mercado fizeram com que as empresas investissem em vender experiência, além do produto ou serviço. Uma das principais formas de fazer isso é se dedicar ao atendimento ao cliente. Colocar o consumidor em primeiro lugar implica em promover experiências positivas durante toda a jornada de compra do usuário. Para o negócio, isso gera um aumento nos lucros e um ganho de vantagem competitiva e, para o cliente, produz um sentimento de bem-estar e desperta a vontade de comprar mais vezes no mesmo local.
Profissional de marketing que mede a satisfação do cliente e classifica estrelas. análise de satisfação e lealdade, aumento da retenção de clientes, ilustração do conceito de ferramentas de marketing Vetor grátis

Um bom atendimento, então, cria uma conexão entre empresa e cliente e sempre deve ser nutrida. Não é só no primeiro momento, para realizar a venda que o usuário precisa se sentir especial, mas também no pós-venda e nas futuras compras.

“Atender o cliente da melhor forma possível constantemente” é o lema que as empresas precisam adotar se querem sobreviver às mudanças do mercado. Isso envolve um alinhamento entre todas as equipes e na cultura organizacional. Para te preparar pro mundo do atendimento ao cliente, separamos 5 dicas que você pode implementar nos negócios a fim de intensificar a postura centrada no cliente.

1. Mostre interesse no cliente

Você se sente mais confortável e bem recebido quando alguém presta atenção em você ou quando alguém não parece te dar muita importância? Se você escolheu a primeira opção, saiba que a grande maioria também a seleciona. É justamente isso que se deve aplicar para um bom atendimento.

O melhor é que você pode mostrar interesse com pequenas ações, como cumprimentar o cliente com um sorriso (no caso de loja física) ou enviar uma carinha feliz (no formato digital), desejar-lhe bom dia, boa tarde ou boa noite, ouvir com atenção o que ele tem a dizer (com todas as informações reunidas, isso também facilita que você encontre uma solução de forma ágil e eficiente) e evitar expressões negativas como “não pode” e “não deve”.

2. Transmita confiança

Quando você passa confiança, o consumidor se sente mais seguro para aceitar sua ajuda e acreditar que você irá fornecer a melhor solução para o seu problema ou objetivo. Aqui também vale deixar o cliente à vontade: dependendo do tipo de cliente, ele pode se enquadrar no modelo confuso ou não comunicativo, e isso pode deixá-lo se sentindo inibido diante do vendedor. Uma comunicação clara, educada e discreta é uma boa saída.

3. Se coloque no lugar do cliente

Pode ser algo óbvio tratar o outro como você gostaria de ser tratado, mas muitas pessoas se esquecem dessa máxima. É muito provável também que você seja cliente de outro(s) negócio(s), e ficar atento a como você é atendido é um bom exercício de se colocar no lugar do consumidor na prática.

Por exemplo, se um dia demoraram muito para te atender, procure evitar que a pessoa fique esperando. Se não deram muita bola para a sua reclamação, preste atenção quando o cliente tiver alguma crítica a fazer.

4. Personalize o atendimento

A personalização implica em investimento de tempo no cliente, algo muito bem visto e um grande diferencial para a conquista do consumidor. Adaptar o discurso para os diferentes nichos, enviar cartas customizadas com o produto e oferecer um doce ou chá antes do serviço são ações simples que fazem a diferença na percepção do cliente com relação à sua empresa.

Além disso, outra forma de personalizar o atendimento é estar presente em diversos canais de atendimento com a comunicação integrada. Também chamada de omnichannel, essa estratégia visa estreitar a relação entre empresa e cliente, bem como entre o offline e o online, por meio da interligação dos canais. Com isso, o consumidor se sente satisfeito em qualquer meio de comunicação que ele preferir, o que representa um ganho de recursos financeiros e de imagem da marca pela empresa.

5. Invista em ferramentas de gestão

Uma dica um pouco mais técnica é investir em ferramentas que acompanhem e registrem os processos de contato com os consumidores, o qual engloba atendimento, vendas e marketing. Ter informações preciosas reunidas em uma plataforma facilita na hora de montar novas estratégias, medir se as ações estão dando resultado positivo, verificar a satisfação do cliente, dentre outros. Uma das principais ferramentas utilizada pelos negócios é o CRM, grande alicerce para construir planos de sucesso.

Existem várias formas de realizar um bom atendimento ao cliente. Essas 5 dicas e os 6 pilares que fortalecem a relação são alguns exemplos. Para Carla Sarni, fundadora e CEO da Sorridents, maior rede de clínicas odontológicas da América Latina, a centralidade no cliente (customer-centric) é um conceito que vem ganhando força. Por trás dessa iniciativa está a vontade de servir os clientes até o máximo da capacidade da empresa para torná-los consumidores fiéis. Ou seja, entregar um bom produto ou serviço e uma ótima experiência desde a fase de prospects até o pós-venda.

Carla também defende seus 5 pilares do atendimento ao cliente: preço justo, alta qualidade, conforto, conveniência e facilidade de pagamento – conceitos que também merecem o devido estudo. Falando nisso, no meuSucesso você pode aprender com a própria Carla Sarni no Caso de Estudo “Dona Carla”, que construiu a Sorridents com base no bom relacionamento com os clientes. Ou na série “Grandes Estratégias” que, além de Carla, conta com outros grandes nomes do empreendedorismo brasileiro, como Alexandre Ostrowiecki e João Appolinário, que tratam de assuntos de atendimento B2B e do modelo omnichannel, respectivamente.

Fonte: meusucesso.com

PGFN reabre “Programa de Retomada Fiscal”. Entenda as modalidades.

quarta-feira, março 17th, 2021

Os contribuintes inscritos em dívida da União poderão negociar os débitos com benefícios – com possibilidade de descontos, entrada facilitada e prazo ampliado para pagamento. A adesão está disponível, no portal REGULARIZE, até 30 de setembro de 2021, às 19h (horário de Brasília).

As modalidades de negociação fazem parte do Programa de Retomada Fiscal, que consiste no conjunto de medidas da PGFN para estimular a conformidade fiscal relativa aos débitos inscritos em dívida ativa da União, em razão dos impactos econômicos e financeiros causados pela pandemia de Covid-19.

Poderão ser negociados, nos termos do Programa, os débitos inscritos em dívida ativa da União até 31 de agosto de 2021. Todas as modalidades de transação disponíveis abrangem também os débitos apurados na forma do Simples Nacional, do Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (FUNRURAL) e o Imposto Territorial Rural (ITR).
Vale ressaltar que os débitos inscritos em dívida ativa junto ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) não estão contemplados no Programa.

Nesse caso, o contribuinte interessado pode apresentar proposta de negociação, a qualquer tempo, por meio de Negócio Jurídico Processual e/ou Transação Individual.

Embora algumas modalidades ofereçam prazo ampliado para pagamento, a quantidade de prestações permanece em até 60 meses para negociação de débitos previdenciários, devido a limitação constitucional.

Os interessados em aproveitar os benefícios devem verificar se atendem aos requisitos para adesão, bem como quais as condições de cada modalidade.

Confira a seguir as propostas disponíveis:

Transação Excepcional

Essa modalidade está disponível para aquele que comprovar que não possui condições de regularizar os débitos integralmente em até 60 meses, considerando o impacto da pandemia na capacidade de geração de resultados da pessoa jurídica ou no comprometimento da renda da pessoa física.

Conforme a capacidade de pagamento estimada do contribuinte, a PGFN poderá liberar ou não a adesão à Transação Excepcional. Vale destacar que o percentual de desconto aplicado na negociação também leva em consideração essa capacidade pagamento.

Por isso, essa modalidade exige que o contribuinte preencha o formulário de Declaração de Receita/Rendimento, disponível no portal REGULARIZE. Após concluir o preenchimento, o contribuinte ficará sabendo no mesmo instante se está apto ou não. Se a classificação dele for “C” ou “D”, a modalidade é liberada para adesão.

Caso não concorde com a classificação atribuída, o contribuinte poderá apresentar o pedido de revisão de pagamento perante o atendimento remoto da PGFN.

Transação Extraordinária

Para adesão a essa modalidade não há requisitos, qualquer contribuinte inscrito em dívida da União poderá aderir. Cabe destacar que não há descontos, mas prazo ampliado para pagamento e entrada facilitada.

Transação Tributária na Dívida Ativa de Pequeno Valor

Além de estar disponível apenas pessoa física, microempresa e empresa de pequeno porte, o valor débito deve ser inferior a 60 salários mínimos. Apesar dessa restrição no valor, nada impede que o contribuinte faça várias adesões, uma conta de negociação para cada inscrição elegível.

Contribuintes que já possuem transação formalizada, mas desejam incluir novas inscrições na conta atual
Aqueles que já possuem acordos de transação formalizados ainda em 2020, poderão incluir novas inscrições nas contas existentes, mantendo as condições da negociação original. Os interessados poderão solicitar essa inclusão de novas inscrições, no portal REGULARIZE, a partir de 19 de abril.

Contribuintes que já possuem transação formalizada, mas desejam mudar para outra modalidade

No caso de contribuintes que já possuem parcelamento ou transação, mas desejam mudar de modalidade, poderão desistir da negociação atual para aderir a outra modalidade disponível.

Importante destacar que o contribuinte com conta de transação em situação irregular – por exemplo, com três prestações ou mais atrasadas –, deverá primeiramente regularizar a situação da conta para, em seguida, providenciar a desistência. Isso, porque tratando-se de transação em situação irregular, não cabe desistência, mas sim rescisão da conta de negociação. Cumpre lembrar que a legislação veda, pelo prazo de dois anos contados da data de rescisão, a formalização de nova transação, ainda que relativa a outros débitos.

Após a desistência ou rescisão, o valor pago das prestações é abatido no saldo devedor final. No entanto, há perdas de eventuais benefícios, além de não ser possível voltar atrás.

Como proceder

As propostas estão disponíveis no portal REGULARIZE > opção “Negociar Dívida” > “Acesso ao Sistema de Negociações”. Na tela inicial do Sistema de Negociações, clicar no menu “Adesão” > “Transação”.

Vale lembrar que os interessados na Transação Excepcional deverão primeiramente providenciar a “Declaração de Receita/Rendimento”, que é um formulário eletrônico também disponível no Sistema de Negociações.

Fonte: PGFN

Governo publica lei de apoio financeiro a trabalhadores de estabelecimento do setor de alimentação

quarta-feira, março 17th, 2021

Como medida de apoio a segmentos profissionais que tiveram suas atividades mais afetadas pela Covid-19, fica o Poder Executivo autorizado, conforme Lei nº 17.409/21, a proceder ao pagamento de auxílio financeiro em reforço à renda de trabalhadores de estabelecimentos do setor para alimentação fora do lar, situados no Estado, os quais tenham perdido o emprego em razão das adversidades econômicas provocadas pela pandemia.

O auxílio será devido no valor correspondente a R$ 1.000,00 (mil reais), a ser pago em 2 (duas) parcelas de R$ 500,00 (quinhentos reais), sendo facultada a sua prorrogação, nos termos de decreto do Poder Executivo.

Para habilitação e pagamento do auxílio, a Secretaria do Turismo – Setur procederá a cadastramento dos trabalhadores, em observância ao disposto em regulamento, o qual versará também sobre o quantitativo de beneficiários, o público-alvo, as condições e os critérios a serem atendidos para concessão do auxílio.

Inscrito o trabalhador no cadastramento, sua habilitação para pagamento do auxílio dependerá do atendimento, segundo avaliação da Setur. O saque dos recursos do auxílio pelos profissionais habilitados, a critério da Setur, ser efetuado por meio de cartão magnético fornecido por instituição financeira contratada para a operação.

Fonte: Tax prático

A LGPD E O IMPACTO NAS EMPRESAS!

terça-feira, fevereiro 23rd, 2021

A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) se tornará legalmente aplicável no Brasil. Ela surgiu da preocupação atual de manter informações pessoais em sigilo, o que gera implicações para o trabalho de várias empresas, inclusive no setor contábil. Por isso, é fundamental aprender sobre o impacto da LGPD nos escritórios de contabilidade.

Ao acompanhar o movimento contábil de uma empresa, o contador processa dados pessoais diariamente e, portanto, também deve cumprir a LGPD.

Dessa forma, neste artigo, vamos abordar os principais pontos nos quais a lei de proteção de dados afeta os contadores em seu trabalho
diário. Acompanhe a seguir.

O que é dado pessoal?

Segundo a LGPD, dado pessoal é qualquer informação relacionada à pessoa natural identificada ou identificável, como nome, endereço, data de nascimento, origem racial, opinião política, dados genéticos.

Com os recentes avanços tecnológicos, também entram nessa lista informações como e-mails, endereços de IP, dados de localização, identificadores de cookies, entre outros.

Nesse contexto, o objetivo da Lei é atualizar os padrões de proteção de dados. Assim, garantindo que todos os cidadãos brasileiros sejam protegidos adequadamente contra violações de privacidade.

A legislação se aplica a todas as empresas que coletam, armazenam e processam dados, seja na forma física ou digital.

No caso de um escritório contábil, ele processa não apenas dados pessoais de seus clientes, como também de seus funcionários.

O que muda com a LGPD nas empresas e escritórios de contabilidade?

A LGPD nos escritórios de contabilidade exigirá a implementação de mecanismos internos e sistemas de controle para garantir a conformidade com a legislação. Também será preciso gerar evidências documentais para provar que o sistema funciona para um auditor interno e externo.

A empresa terá de seguir uma política de proteção dos dados e todo o pessoal precisará de treinamento (adequado ao seu papel) para garantir que eles entendam esses procedimentos.

A importância de satisfazer todos os princípios da LGPD para a sua empresa

Portanto, com essa Lei, antes de poder processar qualquer dado, sua organização deve satisfazer todos os princípios da LGPD. É preciso provar o consentimento do cliente para que você possa reter, registrar e armazenar seus dados pessoais e que você tem infraestrutura para manter a segurança de tais informações.

Nesse processo, uma certificação na ISO 27001 auxilia a padronizar os processos contábeis a fim de garantir a total segurança da informação.

Como se adaptar à LGPD?

Primeiramente, é preciso documentar os tipos de dados pessoais que você possui, identificando a sua origem, como são armazenados (por exemplo, qual software é usado), como são processados, com quem são compartilhados e por quanto tempo são mantidos. Em seguida é necessário confirmar a legalidade da retenção de cada dado.

Pesquise também a conformidade dos vários fornecedores de software que seu escritório utiliza. Descubra o que eles estão fazendo com os dados dos seus clientes e quais são suas políticas, principalmente aqueles com armazenamento de documentos em nuvem.

Finalmente, desenvolva uma política interna detalhada de proteção desses dados, definindo os responsáveis por manter os registros de acordo com a LGPD, como obter consentimento de seus clientes, avisos sobre privacidade, o que fazer diante de uma violação de segurança, entre outros pontos.

A LGPD nos escritórios de contabilidade trará desafios e oportunidades. Em caso de dúvida nessa implantação, é fundamental procurar aconselhamento jurídico. Ao contar com especialistas em privacidade, implementar procedimentos de segurança da informação e adotar uma boa política de proteção de dados, é possível atender a norma e se manter competitivo no mercado.

Qual é o prazo para guardar os documentos da sua empresa?

terça-feira, fevereiro 23rd, 2021

Uma das ações mais comuns e que os empresários precisam ter atenção para não terem prejuízos no futuro é a organização dos documentos é. Por isso, é importante saber por quanto tempo se deve guardar cada registro.

Os principais documentos que devem ser guardados pelas empresas são os relativos aos tributos, como guias de recolhimento, notas fiscais, documentos contábeis, livros fiscais e declarações entregues ao Fisco; bem como os comprovantes trabalhistas, a exemplo dos contratos de trabalho, livro ou ficha de registro e recibos de salários.

Geralmente, o período médio de guarda é de cinco anos.

No entanto, em alguns casos é necessário armazenar os documentos trabalhistas por dez anos – como a folha de pagamento e o registro eletrônico –, além da recomendação de se arquivar os documentos relativos ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) por 30 anos.

Vale lembrar que há situações em que o empresário deva guardar as comprovações por prazo indeterminado, como o contrato de trabalho e o livro de empregados, por razão da concessão de benefícios previdenciários. Porém, vale lembrar que a guarda desse tipo de documento não será mais necessária para as empresas que já estão obrigadas a enviar informações ao eSocial.

Caso a empresa perca ou não armazene os documentos no período estabelecido, ela corre o risco de recolher novamente um tributo ou até ser multada por não apresentar o comprovante à fiscalização. Além disso, a ausência de determinados documentos pode dificultar a defesa em alguma fiscalização ou processo judicial, seja fiscal ou trabalhista.

Prazo para guardar documentos

Veja abaixo alguns exemplos de prazo previstos para guardar cada tipo de documento:

Tributário:

Prazo: 5 anos
– Imposto de Renda (IR)
– Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL)
– Programa de Integração Social (PIS)
– Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins)
– Simples Nacional
– Notas fiscais, recibos e demais comprovantes de lançamentos
– Livros fiscais e contábeis
– Sistemas eletrônicos de dados de escrituração fiscal ou contábil
– Declarações: DIPJ, DCTF, Dirf
– Declaração de Ajuste Anual – declaração e comprovantes de lançamentos

Trabalhista e Previdenciário:

Prazo: 30 anos
– Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS)
– Guia de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social (GFIP)
– Guia de recolhimento rescisório do FGTS e da contribuição social (GRFC)
Prazo: 10 anos
– Folha de pagamento
– Sistemas eletrônicos de dados trabalhistas e previdenciários
Prazo: 5 anos
– Contribuição previdenciária (GPS)
– Contribuição sindical (GRCSU)
– Recibo de pagamento de salário, de férias, de 13º salário e controle de ponto
– Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged)
– Relação Anual de Informações Sociais (Rais)
Prazo: 2 anos
– Termo de rescisão do contrato de trabalho, pedido de demissão e aviso-prévio
Prazo: Indeterminado
– Contrato de Trabalho
– Livro ou ficha de registro de empregado

Guarda de documentos na nuvem

Atualmente, as empresas podem armazenar e encontrar seus documentos com mais facilidade, visto que é possível escanear e organizar os comprovantes em arquivos digitais, seja em mídias físicas – pendrives e HDs externos –, e em plataformas de armazenamento na nuvem.ass

Os livros e os documentos fiscais podem ser armazenados em meio eletrônico, ótico ou equivalente, tendo o mesmo valor probatório do original para fins de prova em procedimentos de fiscalização.

Contudo, é importante que o empresário tenha uma assessoria contábil especializada que assegure a guarda dos arquivos digitais durante um período, mantendo uma cópia de segurança e consultando o entendimento dos fiscos estadual e municipal antes de destruir os documentos físicos.

Gostou do artigo? Compartilha com um amigo.

Contabilidade para Startups! Como ela ajuda?

segunda-feira, fevereiro 15th, 2021

Você já parou para pensar sobre como funciona a contabilidade para startups e de que modo ela ajuda na gestão e planejamento desse tipo de negócio?

Com uma realidade totalmente diferente das empresas “tradicionais”, as startups precisam buscar prestadores de serviços alinhados ao perfil e aos objetivos próprios.

No artigo de hoje, nosso tema é justamente esse. Abordamos o funcionamento da contabilidade para startups e como uma boa prática auxilia a corporação a crescer de forma orgânica e sustentável. Confira!

Como funciona a contabilidade para startups?

A contabilidade para startups segue as diretrizes básicas que qualquer contador pode oferecer.

Entretanto, seu diferencial em relação à contabilidade tradicional é que os objetivos da assessoria estão alinhados ao perfil da empresa.

O que isso significa?

Significa que a assessoria contábil atuante neste segmento tem profissionais com experiência e expertise para disponibilizar as melhores soluções no que tange a temas como adequação tributária e definição do regime fiscal da organização.

Além disso, a Contabilidade ainda conta com conhecimento e experiência suficientes para lidar com questões relacionadas ao aporte de investimentos. Como se não bastasse, ainda avalia de que maneira estes aportes podem ser tratados estrategicamente dentro da gestão contábil corporativa.

Qual a importância da assessoria contábil?

É bem comum que na criação de uma nova startup o foco exclusivo no MVP (produto minimamente viável) conforme planejado, deixando de lado partes administrativas e burocráticas importantes para maior escalabilidade do negócio.

Quando uma startup inicia sua jornada acompanhada de uma assessoria contábil de qualidade, as chances de sucesso são maiores, pois é possível alinhar a execução efetiva dos pontos definidos no business plan, com a análise de viabilidade por meio de controles contábeis e financeiros, que são determinantes para um controle enxuto do capital de giro, fluxo de caixa, orçamento empresarial, preço final do produto, rentabilidade e até a sonhada lucratividade.

Quais são os regimes tributários que a empresa pode adotar?

Embora as startups representem um modelo de negócio novo e que se distingue das empresas tradicionais, ainda não existe uma legislação contábil específica para esse tipo de empresa. Por isso, o escritório de contabilidade deve analisar de maneira criteriosa todas as operações e atividades desenvolvidas, para assim indicar o modelo tributário mais benéfico para a empresa e que esteja alinhado com os objetivos dos sócios.

A escolha do regime de tributação é uma etapa importante para qualquer organização que entra no mercado e começa a fazer negócios. Como não há uma legislação específica, a empresa precisa se enquadrar em um dos regimes fiscais existentes: Lucro Real, Lucro Presumido ou Simples Nacional.

Neste momento, é importante estar assessorado por uma contabilidade especializada na criação de um planejamento tributário, que não só evita o recolhimento de impostos desnecessários, reduz o risco de multas e outros problemas com o fisco, como também desenha a forma de tributação ideal para que o negócio prospere.

É também a delimitação do regime de tributação que define quais serão os impostos e obrigações tributárias da startup.

Como a contabilidade pode ajudar na captação de novos investimentos?

Com o sucesso das startups que conseguiram uma excelente posição nas suas fatias de mercado, cada vez mais surgem novos empreendedores que utilizam a tecnologia para sanar problemas que ninguém resolveu ainda.

É comum que estas empresas busquem investimentos para escalar o negócio, e para tal uma boa opção são os investidores anjos, que são pessoas que ficam atentas no surgimento de um novo negócio em potencial para que possam investir seu capital.

Como qualquer investidor, o “Anjo”, espera que seu investimento seja rentável e para ter uma segurança ele analisa se plano de negócios da startup apresenta um negócio viável tanto na perspectiva empresarial ou financeira.

É neste momento que a Lafs é essencial, pois será criado os planejamentos estratégico, financeiro e tributário, que se bem feitos demonstraram a organização da gestão e principalmente o plano de ação da empresa.

Qual a importância de um planejamento tributário e financeiro para startups?

O escritório de contabilidade é uma das principais engrenagens na criação de um novo projeto, com análises técnicas e disponibilização de relatórios vitais para tomada de decisões com segurança.

É unindo esta expertise com a inovação que surge o planejamento tributário, como uma ferramenta imprescindível no processo de gestão do negócio.
Esse estudo permite a avaliação da realidade do negócio, do seu plano para o futuro, dos custos e tributos atrelados e de que modo a empresa pode crescer de maneira saudável e em consonância com a legislação.

Desta forma, o escritório de contabilidade auxilia o empreendedor a encontrar as melhores soluções, investimentos, programas de incentivo e facilitadores que desempenham um papel determinante no sucesso financeiro da startup.

Gostou do artigo? Encaminhe para um amigo.

10 dicas de gestão para novos empreendedores digitais

domingo, janeiro 31st, 2021

O empreendedorismo no Brasil tem estado em crescimento. No nosso país, cada vez mais pessoas estão fugindo dos meios convencionais de trabalho para tentar se lançar por conta própria.

Essa realidade não é apenas fruto da nossa era, mas as novas tecnologias e mídia facilitaram bastante o empreendedorismo digital na atual geração. O grande crescimento dos mercados virtuais e maior facilidade na criação de empresas nesse setor, associados à própria lógica da economia no país, acabam motivando esse tipo de pensamento, principalmente, para fugir aos salários baixos e também do desemprego.

Ainda assim, para que uma nova empresa consiga ter sucesso em nossos dias, especialmente quando falamos em empresas de setores como o e-commerce, se torna necessário ter em mente que o caminho para o êxito é longo e exige um certos conhecimentos de e-marketing, capacidade de gestão e também níveis elevados de motivação.

Hoje, os empreendedores digitais não precisam se preocupar apenas em obter o financiamento necessário para lançar seu negócio, mas também com elementos como a identidade de sua empresa, a definição lógica dos preços dos produtos, a criação de estruturas de contacto com o público-alvo e a promoção da marca.

Todo o processo de gestão de uma nova empresa pode ser bem desafiante para o empreendedor iniciante. Assim, o melhor é conhecer 10 dicas de gestão que podem garantir o tão desejado êxito.

1. Crie uma marca chamativa

O primeiro elemento com o qual você, enquanto gestor de um negócio, deve se preocupar é a criação de uma identidade de marca sólida e que possa criar interesse no consumidor.
A sua marca deve ter um nome sonante, um logotipo apelativo e um slogan que fique no ouvido do seu público-alvo. Além disso, todos os seus elementos devem ser fáceis de recordar, reconhecer e memorizar.

2. Escolha o modelo de negócio

Cada vez mais estão surgindo modelos de negócio; por isso é muito importante que escolha o seu com cuidado, para garantir que se adapta à sua marca e a si.
Um bom exemplo de modelo de negócio para e-commerce é o Dropshipping. Esse é um exemplo bastante interessante, por exemplo, para os empreendedores que desejam dedicar-se mais à gestão promocional e de contacto com o cliente, delegando a gestão logística. Estude suas opções.

3. Saiba quem é o seu público

Se você não souber para que público-alvo se dirige, é muito difícil definir uma estratégia para sua empresa. Pense qual é o seu público ideal e oriente toda a ação para este.
À medida que o negócio for avançando, a análise das estatísticas pode ajudá-lo a conhecer melhor quem é, efetivamente, o consumidor da sua marca e a melhorar a sua estratégia.

4.Procure aprender sobre gestão administrativa

Ainda que possa parecer supérfluo, a verdade é que qualquer formação em gestão administrativa pode melhorar muito sua performance.
Procure cursos ou formações presenciais e online e acredite que verá a diferença em seu negócio.

5. Utilize os novos meios

Uma boa gestão terá sempre de considerar as tendências e isso também implica migrar para as redes sociais e compreender como pode usá-las a seu favor.
Espaços como o Facebook, o Instagram ou o Twitter podem ser plataformas fantásticas para o seu negócio, se as utilizar bem.

6. Avalie a concorrência

Compreender a ação dos seus concorrentes, o preço que praticam e a forma como promovem a interação com o público pode dar-lhe pistas valiosas sobre a melhor forma de atingir os seus objetivos.

7. Organize as suas finanças e as da empresa

Ter uma vida financeira organizada é fundamental para o sucesso. Assim, você deve ser cuidadoso e garantir que tem o melhor planejamento econômico.
Lembre-se ainda de separar o lado pessoal do empresarial, pensando nas finanças da empresa e nas suas finanças de forma distinta. Assim, conseguirá manter as contas mais organizadas.

8. Comunique

A comunicação é um dos aspectos mais importantes da gestão.
Se trabalhar sozinho, procure ter uma boa comunicação com o público da sua marca e com seus consumidores. Caso sua empresa tenha mais pessoas, aposta também na comunicação interna: isso evitará falhas!

9. Seja criativo

Um empreendedor não precisa apenas de ser organizado e competente. Precisa também de ser criativo, para conseguir diferenciar-se da concorrência e conquistar os consumidores.

10. Mantenha a motivação

Procure qualquer tipo de ajuda que possa manter a sua motivação em alta. Leia livros de motivação, converse com profissionais de sucesso no setor, ouça os conselhos e incentivos de seus amigos e familiares.

Não importa qual o método que utiliza, contando que não desista. O mais importante é que você se lembre que o sucesso pode demorar um pouco mas que a motivação é a estrada principal para chegar até ele.

Fonte: Blog quanto sobra.

EMPREGADO X AUTÔNOMO, Quais as diferenças?

quarta-feira, agosto 12th, 2020

A Reforma Trabalhista publicada de acordo com a Lei 13.467/2017 trouxe uma grande novidade quanto ao reconhecimento ou não do vínculo empregatício aos trabalhadores que prestam serviços como autônomo.

O que diz a Reforma Trabalhista?

De acordo com o Art. 442-B, na CLT, o qual dispõe que a contratação do autônomo, cumpridas por este todas as formalidades legais, pode afastar a qualidade de empregado prevista no art. 3º desta Consolidação.

O art. 3º da CLT assim dispõe:

“Considera-se empregado toda pessoa física que prestar serviços de natureza não eventual a empregador, sob a dependência deste e mediante salário.”

De acordo com o art. 442-B da CLT, o autônomo poderá prestar serviços de qualquer natureza a outros tomadores de serviços que exerçam ou não a mesma atividade econômica, sob qualquer modalidade de contrato de trabalho, inclusive como autônomo.

Nota: Ainda que o autônomo exerça a mesma atividade econômica do tomador de serviços, não terá a qualidade de empregado.

Com a RT, os trabalhadores contratados LEGALMENTE como autônomos não poderão mais requerer na justiça o direito ao reconhecimento do vínculo empregatício, uma vez cumprida as formalidades legais por parte da empresa, tais como:

  • Contrato de prestação de serviços de autônomo;
  • Acordo e o pagamento dos honorários mensais;
  • Desconto e o recolhimento dos encargos devidos pelo serviço autônomo;
  • Prestação de informações aos órgãos competentes dos serviços prestados.

Olha o que diz o Art. 442-B da CLT: A contratação do autônomo, cumpridas por este todas as formalidades legais, com ou sem exclusividade, de forma contínua ou não,AFASTA a qualidade de empregado prevista no art. 3º desta Consolidação.

Como era antes da Reforma Trabalhista?

Antes da RT não havia previsão legal de como deveria ser a prestação de serviços do trabalhador autônomo.

Com isso, vários trabalhadores contratados como autônomos, acabavam pedindo o reconhecimento do vínculo durante ou ao final do seu contrato, e com isso, requerendo e muitas vezes ganhando na Justiça do Trabalho, o direito a todas as verbas trabalhistas como férias, 13º salário, FGTS, verbas rescisórias, bem como outros benefícios que a empresa concedia aos empregados.

RESUMO

O artigo empresta relevância à forma da contratação, pois todos sabemos que “a relação de emprego” se sobrepõe à forma da contratação.

Significa que alguém pode ser regularmente contratado como autônomo, mas se na prática prestar serviços subordinados, preenchendo os requisitos dos artigos 2º e 3º da Consolidação das Leis do Trabalho, haverá de ser considerado empregado.

Portanto, empregador, vai contratar um autônomo, cumpra pelo menos os requisitos mencionados logo acima.

Porém, se houver a subordinação hierárquica, eventualidade ao serviço (entrar e sair todos os dias naquele horário) e os demais requisitos que configuram o contrato de trabalho, claramente será desconsiderada o reconhecimento de trabalho autônomo

Segue uma tabelinha para te ajudar no momento da contratação:

Aci Contabilidade

Gostou do artigo? Compartilha com um amigo.

Por Thiago de S Farias
Aci Contabilidade

Fonte: Lei 13.467/2017 / CLT

Principais erros ao abrir uma empresa, confira!

segunda-feira, julho 6th, 2020

Abrir uma empresa é uma decisão de grande responsabilidade, sendo necessários diversos processos que demandam atenção, principalmente, nos detalhes mais técnicos. Alguns pontos de destaque são elaboração do contrato social, a escolha do tipo de tributação da empresa, a escolha do imóvel e obtenção de alvará.

Levantamos alguns pontos que podem ajudar o empreendedor a tomar alguns cuidados primordiais antes de colocar um negócio em prática.

1- Planejamento do negócio

Esse é um problema quase que geral. A maioria das empresas são abertas impulsivamente, e em função disso não há um plano de negócio estabelecido, público alvo e estrutura necessária, assim, antes de qualquer coisa é necessário sentar e ver o que se pretende e como se objetiva atingir.

Grande maioria dos novos empresários não seguem essa premissa. Aí n[os perguntamos: Se você planeja até uma viagem de final de semana, porquê não planeja a vida da sua empresa?

Muitas vezes após essa primeira análise se percebe a necessidade de uma capacitação e hoje se encontra um grande número de cursos de capacitação para empreendedores, muito gratuitos, até. Também é importante pesquisar o mercado em que pretende atuar, para ver em qual nicho de público se encaixará.

2- Cálculo de custos para começar a funcionar

É preciso que se tenha em mente que para colocar uma empresa para funcionar haverá custos que vão além dos que já se conhece no dia a dia de uma empresa com infraestrutura e pessoal. Dentre esses os principais são: Funcionários, emissão do alvará, aluguéis, dentre outras que variam de acordo com a localidade e o ramo de atuação.

Analisar esses custos são fundamentais para você já traçar um plano orçamentário (Receita x Despesa).

Para facilitar esse processo existem profissionais especializado em resolver a burocracia, se responsabilizando por essa parte, auxiliando o cliente a minimizar qualquer ‘dor de cabeça’ relacionada ao tema.

3- Elaboração do contrato social

Para toda empresa funcionar é imprescindível que se elabora um contrato social, é nesse documento que estão relacionados os pontos práticos do funcionamento da empresa.

Pontos primordiais que devem englobar são informações como nome, endereço e atividade, capital social (valor ou bens investidos), qual a relação entre os sócios e como se dá a divisão dos lucros.

4- Opção pelo regime tributário que a empresa seguirá

Hoje três são basicamente três os regimes de tributação existentes, Simples, Presumido ou Real. A opção pelo tipo de tributação que a empresa utilizará deve ser feita até o início do próximo ano, mas, as análises devem ser realizadas com antecedência para que se tenha certeza da opção, diminuindo as chances de erros.

Outro ponto é que cada caso deve ser analisado individualmente, evidenciando que não existe um modelo exato para a realização de um planejamento. Apesar de muitos pensarem que melhor tipo de tributação é o Simples, existem até mesmo casos que esse tipo de tributação não é o mais interessante, mesmo que a companhia se enquadre em todas as especificações.

5- Definição da estrutura física

Além de definir o local onde será o empreendimento é necessário também que se adquira toda uma estrutura para o funcionamento da empresa, e isso dependerá de cada ramo de atuação, podendo ir desde maquinário até material de escritório.

Hoje uma ótima opção são espaços de escritórios compartilhados, que reduzem em muito os custos.

6- Obtenção de registros e licenças

Hoje a burocracia é tanta para empresas que grande maioria não possuem todos os registros e licenças necessários para o funcionamento, no que se configura em um risco jurídicos para essas, dentre os registro necessários estão o habite-se do imóvel (autorização da prefeitura para que ele possa ser habitado) e as regras de ocupação de solo (cada cidade define regras específicas em leis de zoneamento), alvará de funcionamento, pagamento de taxas de funcionamento, dentre outras licenças necessárias dependendo da atividade da empresa.

É fundamental estudar esses pontos antes de realizar um alto investimento.

7- Contratação de uma contabilidade

Toda empresa necessita de uma contabilidade para funcionar. Essa área será responsável por estar gerando as informações imprescindíveis para a empresa esteja em dia com os órgãos públicos.

Também são responsáveis pelo cálculo de impostos e tributos que a empresa deverá pagar, bem como análise da situação contábil da empresa e geração de informações imprescindíveis para a gestão empresarial.

Gostou do artigo? Compartilha com um amigo.